Publicado 06 de Abril de 2009
Eu sei, eu estava lá na Feijoada do Gordo, do domingo que passou. Quarta ou quinta edição desta festa pensada pelo “El guerdo” Sady e materializada pelo Felipe Lang sempre no Aldeia.
Já conhecia o regional do Laranjal de outras baladas, mas o grupo está em ponto de bala, tudo redondo com muito balanço, samba para neguinho nenhum botar defeito.
O repertório é fantástico, só do melhor, as mais conhecidas, tanto que começamos a batucar e dançar na volta da mesa já na primeira música: Tristeeêza, por favor vá embooóra , minha alma que chooóra, está vendo o meu fim.... de Niltinho e Haroldo Lobo.
E daí não se parou mais, a mixagem do som estava ótima, dava para ouvir (e sentir) o agogô e o tamborim, cavaquinho e violão, cuíca e o bumbo, sem sobreposições e desafinações. Menina... um luxo!
O Sady, era um maestro no centro do palco, de frente pro crime, tocou e cantou embalado e entusiasmado. A feijoada atrasou um bocadinho, mas a banda não se mixou e foi tocando uma melhor que a outra, sem abrandar na animação.
A feijoada saiu na hora certa, precisávamos de comida para recuperar o fôlego. Estava muito boa, feijão bem temperado e concistente, com carnes certas e no ponto, acompanhamentos de praxe. Os pratos foram devidamente degustados sob a sombra de caipirinhas e cervejas. O Gordo toma a Bavária Premium, mas eu prefiro a Polar, que estava no ponto de sentar praça.
Vamos ver se no vindouro ano, talvez consiga o direito a uma camiseta, né pai Felipe? E se bobear vai ser a Feijoada dos Gordos!
...Quero voltar aquela vida de alegria... Quero de novo cantar... Lá, rá, lá, rá...
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